
Em meio à desilusão daquele fatídico dia, um jogador se destacou pela sua entrega e profissionalismo: Oscar. O meia, que carregava a esperança do hexa ao lado de Neymar, viveu momentos de glória e tristeza na Copa do Mundo de 2014.
O meia que jogava no Chelsea na época, era uma das grandes esperanças do hexa com a Seleção jogando em casa, mostrou seu talento desde a estreia contra a Croácia, na Neo Química Arena. Ele não apenas marcou um gol, mas também deu uma assistência crucial para Neymar: “Estrear na Copa, ser considerado um dos melhores em campo, fazer o gol e dar assistência, em São Paulo… Foi sensacional! Não tenho palavras para descrever a emoção”, relembrou Oscar em entrevista.
Ao longo da competição, o camisa 11 continuou a brilhar, com outra assistência para Neymar na goleada contra Camarões ainda na fase de grupos. No entanto, o sonho do hexa se transformou em pesadelo na semifinal contra a Alemanha. O Mineirão foi palco de uma tragédia histórica, com a Seleção Brasileira sofrendo uma derrota por 7 a 1.
O silêncio era ensurdecedor, as lágrimas escorriam pelos rostos, e a incredulidade tomava conta do ambiente no vestiário durante o intervalo. O sonho do hexa se desfazia diante dos olhos. “A gente tentava ter uma reação, mas a bola batia lá e era gol deles. Foi muito difícil ter uma reação. O primeiro tempo acabou 5 a 0, imagina o vestiário, foi horrível. Galera chorando já no intervalo. Mas aí pensamos ‘vamo tentar alguma coisa’”, relembrou Oscar.
Sobre o seu gol solitário e apesar das circustâncias, o camisa 11 tenta se apegar ao copo meio cheio do que foi aquele mundial, sem focar na derrota humilhante: “Independentemente se foi um gol triste, estava para representar o Brasil e lutei até o fim. Fiz o que tinha de fazer. Se você tiver isso na sua cabeça, foi um orgulho para mim ter representado o Brasil, ter feito gols, ter realizado um sonho. Eu fiquei muito feliz”.
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